A verdade e a mentira andam muitas vezes de mãos dadas...
Por vezes torna-se dificíl distinguir uma da outra...
torna-se dificil acreditar no que nos dizem,
torna-se dificil acreditar no que vemos e acima de tudo
aquilo que os nossos olhos não conseguem ver!
Certa vez a verdade e a mentira foram passear juntas.
Passaram perto de um belo lago...
o dia estava quente.
A mentira virou-se para a verdade e disse:
-Vem, vamos nadar juntas, está um dia tão bonito.
A verdade respondeu:
-Sim, vamos nadar.
Despiram-se, e a verdade saltou para a água antes da mentira...
a mentira ficou fora da água,
pegou as roupas da verdade e desapreceu.
Desde então,a mentira anda por aí com as roupas da verdade,
e a verdade é considerada mentira.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Um vazio
Quando a solidão bate,
eu não sei o que fazer,
não sei o que pensar.
Mas sinto, sinto um vazio,
algo que falta,
algo que ao redor eu vejo,
mas não tenho
Eu vejo pessoas beijando-se, mas eu não sinto o que elas sentem
Vejo corações tocando-se, mas o meu só toca no vazio...
Não sei o que pensar, pois na minha mente só está o vazio, que é minha alma, minha vida...
De repente do nada, surge uma luz...
Sim é algo para pensar....
Algo para sentir, algo, para meu coração bater forte,
Sim eu estou sentindo algo, aquilo que todos sentem, e que eu nunca senti...
Eu sinto minha alma, minha vida se completando.....
E como se não bastasse eu sinto um beijo.....
Um calor tão forte sobe por todo meu corpo que seria difícil descrever até mesmo com palavras faladas...
Mas não são preciso palavras, pois aquilo tudo...
Que sinto, que penso, que amo....
Se transformam num ser,
uma pessoa...
E que para eu ver basta pensar em ti...
/Alex Alves/
eu não sei o que fazer,
não sei o que pensar.
Mas sinto, sinto um vazio,
algo que falta,
algo que ao redor eu vejo,
mas não tenho
Eu vejo pessoas beijando-se, mas eu não sinto o que elas sentem
Vejo corações tocando-se, mas o meu só toca no vazio...
Não sei o que pensar, pois na minha mente só está o vazio, que é minha alma, minha vida...
De repente do nada, surge uma luz...
Sim é algo para pensar....
Algo para sentir, algo, para meu coração bater forte,
Sim eu estou sentindo algo, aquilo que todos sentem, e que eu nunca senti...
Eu sinto minha alma, minha vida se completando.....
E como se não bastasse eu sinto um beijo.....
Um calor tão forte sobe por todo meu corpo que seria difícil descrever até mesmo com palavras faladas...
Mas não são preciso palavras, pois aquilo tudo...
Que sinto, que penso, que amo....
Se transformam num ser,
uma pessoa...
E que para eu ver basta pensar em ti...
/Alex Alves/
ESCUTE SEU CORAÇÃO
Você não é aquilo que parece nos momentos de tristeza.
Você é muito mais que isso.
Escute seu coração.
Lembre-se das suas pequenas lutas travadas.
Você sobreviveu!
Só isso já é motivo de orgulho.
Enquanto muitos partiram por razões que nunca compreenderemos, você continua aqui.
Por que Deus levou pessoas tão incríveis, e deixou você?Simplesmente porque sua vida ainda tem um sentido.
Mesmo que não seja claro para você.
Neste momento, milhões de pessoas já desistiram.Elas não mais se aborrecem, nem choram,apenas esperam o tempo passar.
Você, porém, se está triste, se ainda tem esta capacidade, é porque sua alma continua viva.
E se sua alma vive, o Paraíso é possível.
Lembre-se sempre...você é amado,portanto um vencedor...
/Paulo Coelho/
Você é muito mais que isso.
Escute seu coração.
Lembre-se das suas pequenas lutas travadas.
Você sobreviveu!
Só isso já é motivo de orgulho.
Enquanto muitos partiram por razões que nunca compreenderemos, você continua aqui.
Por que Deus levou pessoas tão incríveis, e deixou você?Simplesmente porque sua vida ainda tem um sentido.
Mesmo que não seja claro para você.
Neste momento, milhões de pessoas já desistiram.Elas não mais se aborrecem, nem choram,apenas esperam o tempo passar.
Você, porém, se está triste, se ainda tem esta capacidade, é porque sua alma continua viva.
E se sua alma vive, o Paraíso é possível.
Lembre-se sempre...você é amado,portanto um vencedor...
/Paulo Coelho/
ATIRE A PRIMEIRA PEDRA
Atire a primeira pedra quem nunca chorou de tristeza ou de saudade!
Atire a primeira pedra quem nunca se sentiu perdido, quem nunca duvidou, quem nunca se entregou ao cansaço e ao desânimo!
Atire a primeira pedra quem nunca amou nem que fosse um bocadinho e que não se decepcionou...
Quem nunca tentou segurar uma lágrima que teimou em descer,
Quem nunca sentiu vergonha,
Quem nunca sentiu piedade de si e, fechado num quarto, queria que o mundo parasse de girar.
Atire a primeira pedra quem nunca desejou esquecer algo que sabe perfeitamente que o coração não vai se esquecer.
Quem nunca se sentiu magoado,
Quem nunca teve os olhos brilhando,
Quem nunca sonhou com uma vida perfeita e
Quem nunca errou;
Quem nunca começou algo que não terminou,
Quem nunca se arrependeu.
Atire a primeira pedra quem nunca se sentiu diferente, se sentiu bonito e se sentiu feio, orgulhoso ou arrasado.
Quem nunca se amou e quem nunca se detestou.
Atire a primeira pedra quem nunca esperou,
Quem nunca teve medo de perder;
Quem nunca teve o sentimento de não poder se levantar depois de uma queda, mas que acabou descobrindo que isso é bobagem, pois a gente se levanta sempre.
Atire a primeira pedra quem nunca se sentiu carente,
Quem nunca pensou na mãe e quem nunca desejou ter colo, mesmo depois de grande...
Quem nunca teve medo de morrer quando estava doente e que se esqueceu, quando ficou bom, o quanto a vida é valiosa.
Agora...
Atire a primeira pedra quem nunca se sentiu feliz,
Quem nunca riu,
Quem nunca brincou,
Quem nunca cantou,
Quem nunca teve o coração acelerado e se emocionou.
Tenho certeza que pedras caem uma a uma e a minha é a primeira delas...
/Letícia Thompson/
"O Príncipe das Estrelas"
Num tempo remoto,
num reino distante,
nasceu um homem que, desde pequeno, sonhava possuir algo de muito valor na vida.
Na sua infância deitava-se à sombra das árvores, imaginando...
O anil dos olhos mirando o azul do céu, passava horas a fio idealizando poder e riqueza.
Mais que isso, ambicionava conquistar aquilo que de mais grandioso sabia: a natureza em todo seu esplendor...
Sua vida era planejar o futuro. Um futuro brilhante. Perdido em devaneios, carecia de tempo para notar as pessoas à sua volta.
Assim foi que passou-lhe despercebida aquela garotinha que, na espreita e silenciosamente, o observava, quiçá o admirando...
Fato era ser belo este nosso jovem, e inteligente, e forte, e ambicioso.
Primaveras e invernos passaram velozes e ele cresceu.
Muito e muito lutou por sua prosperidade e poder...
E, de todos é sabido, que transformou-se de fato não só no mais rico, como também no mais poderoso e invejado Príncipe de todos os tempos, de todos os reinos.
Suas façanhas alcançaram os sete cantos da terra.
Tomou para si coisas nunca dantes conquistadas.
Em uma caixinha de ouro aprisionou o mais suave canto dos pássaros.
Com cuidado guardou no baú o fino orvalho da madrugada.
Num recipiente de madeira acalentou um sutil raio de sol.
Arquivou as rebuscadas palavras e os sinceros sentimentos dos poetas.
Em uma das luxuosas salas de seu castelo armazenou as mais belas melodias de líricos menestréis.
E, o mais assombroso, conseguiu aprisionar o lume das estrelas numa caixeta de cristal.
É bem verdade que o soberano passou anos felizes em seu castelo, alimentando-se de sua glória e fulgor...
Assim foi até que um dia instalou-se um enorme vazio no peito.
Tinha poder e riqueza, honrarias e fama.
Quase tudo com o que sonhara.
Faltava-lhe algo inefável...
Sim, uma presença companheira, alguém com quem pudesse compartilhar o sucesso.
Passeando certa vez por seus imensos pomares, deitou-se melancólico à sombra de uma das árvores, para o límpido do céu apreciar.
Recordou a época em que era apenas um menino e almejava obter tudo aquilo que agora lhe era real...
Subitamente pressentiu alguém espreitando-o, admirando-o, talvez...
Olhou para os lados, vasculhou, mas nada viu.
Era somente a vaga lembrança de uma menina travessa que se fazia presente.
Teve o ímpeto de gritar o seu nome - qual mesmo seria ele? - e com ela conversar.
Dizer de suas lutas e temores, mágoas e realizações...
Entretanto de nada adiantaria gritar.
Sua tênue memória conseguia trazer de volta apenas a expressão dos olhos cor de mel daquela criatura longínqua.
Foi aí que percebeu, com tristeza, que nem mesmo o tremeluzir das estrelas em sua caixeta de cristal era tão enigmático, atraente e belo.
Com amargura descobriu que seria o brilho daquele olhar o seu maior e mais valioso tesouro...
O único que, em tempo algum, preocupou-se em conquistar.
Aquele que jamais haveria de ter.
Ainda hoje, contam a história do Príncipe das Estrelas, como era conhecido este nosso personagem.
A sabedoria popular acrescenta que, ao fazermos planos para o futuro, devemos cuidar para que neles não falte o lume dos olhos de alguém ao nosso lado.
A trágica consequência deste esquecimento seria, sem dúvida, o maior de todos os sofrimentos: "A SOLIDÃO".
/autor desconhecido/
num reino distante,
nasceu um homem que, desde pequeno, sonhava possuir algo de muito valor na vida.
Na sua infância deitava-se à sombra das árvores, imaginando...
O anil dos olhos mirando o azul do céu, passava horas a fio idealizando poder e riqueza.
Mais que isso, ambicionava conquistar aquilo que de mais grandioso sabia: a natureza em todo seu esplendor...
Sua vida era planejar o futuro. Um futuro brilhante. Perdido em devaneios, carecia de tempo para notar as pessoas à sua volta.
Assim foi que passou-lhe despercebida aquela garotinha que, na espreita e silenciosamente, o observava, quiçá o admirando...
Fato era ser belo este nosso jovem, e inteligente, e forte, e ambicioso.
Primaveras e invernos passaram velozes e ele cresceu.
Muito e muito lutou por sua prosperidade e poder...
E, de todos é sabido, que transformou-se de fato não só no mais rico, como também no mais poderoso e invejado Príncipe de todos os tempos, de todos os reinos.
Suas façanhas alcançaram os sete cantos da terra.
Tomou para si coisas nunca dantes conquistadas.
Em uma caixinha de ouro aprisionou o mais suave canto dos pássaros.
Com cuidado guardou no baú o fino orvalho da madrugada.
Num recipiente de madeira acalentou um sutil raio de sol.
Arquivou as rebuscadas palavras e os sinceros sentimentos dos poetas.
Em uma das luxuosas salas de seu castelo armazenou as mais belas melodias de líricos menestréis.
E, o mais assombroso, conseguiu aprisionar o lume das estrelas numa caixeta de cristal.
É bem verdade que o soberano passou anos felizes em seu castelo, alimentando-se de sua glória e fulgor...
Assim foi até que um dia instalou-se um enorme vazio no peito.
Tinha poder e riqueza, honrarias e fama.
Quase tudo com o que sonhara.
Faltava-lhe algo inefável...
Sim, uma presença companheira, alguém com quem pudesse compartilhar o sucesso.
Passeando certa vez por seus imensos pomares, deitou-se melancólico à sombra de uma das árvores, para o límpido do céu apreciar.
Recordou a época em que era apenas um menino e almejava obter tudo aquilo que agora lhe era real...
Subitamente pressentiu alguém espreitando-o, admirando-o, talvez...
Olhou para os lados, vasculhou, mas nada viu.
Era somente a vaga lembrança de uma menina travessa que se fazia presente.
Teve o ímpeto de gritar o seu nome - qual mesmo seria ele? - e com ela conversar.
Dizer de suas lutas e temores, mágoas e realizações...
Entretanto de nada adiantaria gritar.
Sua tênue memória conseguia trazer de volta apenas a expressão dos olhos cor de mel daquela criatura longínqua.
Foi aí que percebeu, com tristeza, que nem mesmo o tremeluzir das estrelas em sua caixeta de cristal era tão enigmático, atraente e belo.
Com amargura descobriu que seria o brilho daquele olhar o seu maior e mais valioso tesouro...
O único que, em tempo algum, preocupou-se em conquistar.
Aquele que jamais haveria de ter.
Ainda hoje, contam a história do Príncipe das Estrelas, como era conhecido este nosso personagem.
A sabedoria popular acrescenta que, ao fazermos planos para o futuro, devemos cuidar para que neles não falte o lume dos olhos de alguém ao nosso lado.
A trágica consequência deste esquecimento seria, sem dúvida, o maior de todos os sofrimentos: "A SOLIDÃO".
/autor desconhecido/
Canção das Mulheres
'Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.
Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.
Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.
Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.
Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.
Que o outro sinta quanto me dói a idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ''Olha que estou tendo muita paciência com você!''
Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.
Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.
Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher.'
Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.
Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.
Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.
Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.
Que o outro sinta quanto me dói a idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ''Olha que estou tendo muita paciência com você!''
Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.
Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.
Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher.'
EU QUERIA
Eu queria apenas um cantinho
Pra descansar minha cabeça
Um colinho que me desse aconchego
Uma vontade de ver sonhos realizados
Embalar meus devaneios tão desejados em sorrisos
E deixar fluir toda essa vontade que emerge dentro de mim
Olho pela vidraça da janela e vejo escorrer pingos de chuva
Acompanho a caminhada do inverno em cinzas nuvens
Eu não quero perder o colorido das flores
E nem tão pouco deixar de pensar no amanhã
Quero ver cenarios azuis, tirar fotos coloridas
Sorrisos de crianças, abraços esfusiantes
Ver a beleza constante da vida
Ter os abraços que tanto necessito
Ter o amor que tanto desejo
Fazerem pousada aqui dentro de mim
E poder sorrir ao final de tudo
Com a certeza de que ainda serei feliz de verdade....
(Anonimo)
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