terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Se houve ou não houve alguma coisa entre eles dois, ninguém sabe explicar.
Um pequenino grão de areia que era um pobre sonhador, olhou para o céu e viu uma estrela e imaginou coisas de amor... Passaram anos, muitos anos, ela no céu, ele no mar, mas é que o pobrezinho nunca pôde com ela se encontrar. Se houve ou não houve alguma coisa entre eles dois, ninguém sabe explicar. O que há de verdade nessa história é que depois, muito depois, apareceu a estrela do mar...
Autor Desconhecido
SONHE, pois o SONHO comanda a vida!!!
Quando os nossos sonhos se acabam, fica um vazio imenso, Uma vontade de parar, De desistir de tudo... É um período difícil, em que os dias, as horas, e até os segundos são longos... Não conseguimos progredir... Falta vontade, motivação... Fechamo-nos para tudo e para todos, como se nada importasse, nada tivesse algum valor... Vamos nos destruindo pouco a pouco... Por que será que muitas coisas em que acreditamos, chegam ao fim? Acreditamos na felicidade eterna, e muitas vezes ela não passa de um pequeno tempo... Tempo suficiente para deixar uma saudade infinita... Até que um dia...Um novo sonho começa a dar o ar de sua graça, chegando de mansinho,tentando abrir os cadeados do nosso coração... Estamos trancados, com um enorme medo de sofrer de novo. Mas mesmo assim, o novo sonho vem chegando, trazendo na mala tudo de novo... E como todo novo sonho, é regado de novidades que fascinam, mexendo com emoções adormecidas, trazendo de volta a emoção de viver, amar, recomeçar! Nesta hora, quando tudo ressurge, podemos avaliar melhor a vida... Temos que transformar cada pequeno instante, em grandes momentos... Eliminar tudo que maltrata o nosso corpo, o nosso espírito, e dar lugar somente ao que nos engrandece como verdadeiro ser humano e filho de Deus! E se os seus sonhos estiverem nas nuvens, não se preocupe... Eles estão no lugar certo. Construa os alicerces, e SUBA!Nunca desista de ser feliz! SONHE, pois o SONHO comanda a vida!!! Atreve-te a SONHAR e encontra a FELICIDADE.
Eliene Menezes
SE NÃO OS TUBARÕES TE DEVORAM!
Certa vez um Cavalo-Marinho pegou suas economias e saiu em busca de fortuna. Não havia andado muito, quando encontrou uma Águia, que lhe disse:- "Bom amigo. Para onde vais?". - "Vou em busca de fortuna", respondeu o Cavalo-Marinho, com muito orgulho. - "Estás com sorte", disse a Águia. "Pela metade do seu dinheiro, deixo que leve esta asa, para que possas chegar mais rápido". - "Que bom!", disse o Cavalo-Marinho. Pagou-lhe, colocou a asa e saiu como um raio. Logo encontrou uma Esponja, que lhe disse: - "Bom amigo. Para onde vais com tanta pressa?". - "Vou em busca de fortuna" respondeu o Cavalo-Marinho. - "Estás com sorte", disse a Esponja. "Vendo-lhe este meu propulsor por muito pouco dinheiro, para que chegues mais rápido". Foi assim que o Cavalo-Marinho pagou o resto de seu dinheiro pelo propulsor e sulcou os mares com velocidade quintuplicada. De repente, encontrou um Tubarão, que lhe disse: - "Para onde vais, meu bom amigo?". - "Vou em busca de fortuna", respondeu o Cavalo-Marinho. - "Estás com sorte. Se tomares este atalho", disse o Tubarão, apontando para sua imensa boca, "ganharás muito tempo".- "Está bem, eu lhe agradeço muito", disse o Cavalo-Marinho, e se lançou ao interior do Tubarão, sendo devorado.
Autoria de Autor Desconhecido
Os "grandes amores" da literatura são grandes, não por serem amores, mas por serem impossíveis.
As pessoas amam bem mais a expectativa do amor possível, que o amor propriamente dito. Daí a intensidade dos impulsos bloqueados, os que estão impedidos de expansão e movimento na direção do objeto amado. Os "grandes amores" da literatura são grandes, não por serem amores, mas por serem impossíveis. Já os grandes amores da vida real só quem sente é que sabe. A impossibilidade de dimensionar um impulso afetivo carrega de energia a fantasia. E esta se encarrega de dar dimensão ao que o exercício da relação, talvez, tirasse. Na paixão impossível só estão as projeções do que idealizamos, pretendemos ou não conseguimos viver em nosso cotidiano. Daí ser fácil entender sua força, sua obsessiva presença na cabeça dos enamorados. É por isso, aliás, que só é musa quem é inatingível. Case-se com a sua musa e acordará com uma jararaca... Case-se com quem ama e será feliz. Quer se ver livre de uma paixão colossal? Vá viver com a pessoa objeto da paixão (observem, por favor, que não estou usando a palavra amor). Aliás, já está nos clássicos e, mesmo, antes destes, nos antigos: "A conquista enobrece e a posse avilta". Ou, como dizia Goethe: "Nas batalhas da paixão, ganha aquele que foge". Quantas vezes as relações humanas terminam ou se interrompem sem terem esgotado o potencial de possibilidades adivinhadas, intuídas, sentidas. Aí, o que não se esgotou clama por vir à tona e, muitas vezes, ameaça ocupar (e às vezes ocupa, efetivamente) todo o "ego". Não é por outra razão que o apaixonado é o maior dos egoístas. Ao dedicar tudo ao objeto da paixão, está é alimentando a própria necessidade, seja de sofrimento, de idealização, de felicidade ou fantasia. Entupido de impossibilidades, ele clama. E a isso muitos chamam amor. Mas amor é coisa muito diversa... Amor não clama nem reclama: amor dá.
(Artur da Távola)
Quando o sol chegar... Não apague da lembrança as imagens desta noite...
Quando o sol chegar
Não se esqueça nunca desta noite,
Não deixe as flores sobre a mesa,
Não se arrependa das juras feitas,
Não maldiga a pessoa, mas apenas siga a vida...
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Quando o sol chegar
Não arranque os beijos dados em sua boca,
Não apague da lembrança as imagens desta noite,
Não retire o meu perfume te tua pele...
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Quando o sol chegar
Não se esqueça de voltar,
Não bata a porta,
Não vá chorar,
Não vá se maldizer,
Quando o sol chegar...
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Paulo Silva Ribeiro
Como te amo? Deixa-me contar de quantas maneiras....
Como te amo?
Deixa-me contar de quantas maneiras.
Amo-te até ao mais fundo,
ao mais amplo e ao mais alto
que a minha alma pode alcançar
buscando, para além do visível
dos limites do Ser e da Graça ideal.
.
Amo-te até às mais ínfimas necessidades
de todosos dias à luz do sol
e à luz das velas.
.
Amo-te com liberdade,
enquanto os homens lutam
pela Justiça;
.
Amo-te com pureza,
enquanto se afastam da lisonja.
.
Amo-te com a paixão
das minhas velhas mágoas
e com a fé da minha infância.
.
Amo-te com um amor que
me parecia perdido - quando
perdi os meus santos -
.
amo-te com o fôlego, os
sorrisos, as lágrimas de toda a minha vida!
.
E, se Deus quiser, amar-te-ei melhor
depois da morte.
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Elizabeth Barrett Browning
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