domingo, 3 de abril de 2022

Olho gordo


 

Escolha


 

- Continue, Eu sou contigo!

 




“… E assim levinho, chega o novo dia. É Deus, maravilhosamente nos possibilitando florir caminhos. Eu escolhi agradecer e esperançar, porque mesmo que tudo diga não, Deus diz: - Continue, Eu sou contigo!”

Rosely Meirelles

Domingo é aquele dia que você faz tudo. Inclusive nada.



 “Eu prefiro a felicidade baixinha. Sem alarde. Sem barulho. Prefiro o luxo de ser feliz com o que eu tenho. A gratidão por cada detalhe da minha vida. Prefiro continuar com a minha fé. E ao olhar para o espelho enxergar os planos de Deus nos meus sonhos. Nada no meu caminho é impossível. E eu agradeço ainda mais por tudo o que sou e por tudo o que, na minha estrada, Deus abençoou...”

A.D.

Prova difícil...


 

A CASA DO PAI E DA MÃE.

 


É a única casa que você pode ir quando quiser sem convite. 

A única casa que você pode colocar a chave na porta e entrar diretamente. 

A casa que tem olhos amorosos que olham fixamente para  a porta até te verem.

A casa que lembra os teus dias sem preocupações e a tua felicidade durante a tua infância. 

A casa em que a tua presença e o olhar nos rostos da tua mãe e do teu pai são para ti uma bênção e a tua conversa com eles é uma recompensa. 

A casa que se você não for, o coração dos seus donos encolhe. 

A casa em que se acenderam duas velas para iluminar o mundo e encher a sua vida de felicidade e alegria. 

A casa onde a mesa de jantar é para você e não tem hipocrisia. 

A casa que se chegar a hora da comida e  você não comer, o coração de seus donos vai quebrar e ficar triste.  

A casa que te oferece todas as risadas e felicidade. 

Oh meus jovens !,Descubram o valor destas casas antes que seja tarde demais. Sortudos são aqueles que têm a casa dos pais para ir.

(Desconheço a autoria, deste lindo texto.) 

Bom Dia!

 




Hoje a saudade me abraçou 

É que eu sou de uma época 

Que contava estrelas no céu 

Onde o cheirinho de terra molhada 

Era a alegria estampada no olhar

Que correr atrás de vagalume 

Fechar o guarda chuva de propósito 

Apertar às  campainhas 

Subir no pé de fruta 

Sentar na beira do fogão a lenha 

Era a maior riqueza do mundo

Que andar descalço não dava nenhum resfriado

No máximo bichinho de pé, oh coceira boa

Não tinha essa de marcar horário de ir para rua

A gente ia e todos estavam  lá

Ah, se a gente soubesse que aquele dia seria a última brincadeira de infância 

A gente teria pelo menos dado um adeus

Três beijinhos no rosto e um abraço de urso tipo quebra ossos

Ah, se a gente soubesse...

Bater o dedinho no móvel  dói 

Ralar os joelhos no chão dói 

Cair da bicicleta dói 

Mas, quanto dói uma saudade?

- Andrea Domingues