sábado, 11 de junho de 2022

Desejo um feliz Dia dos Namorados à pessoa mais especial da minha vida!

 


Que as declarações sejam diárias e o amor seja verdadeiro acima de tudo e sempre....só assim uma relação seguirá em frente....

Feliz Dia dos Namorados!

Sandra Helena


Te amo, Feliz Dia dos Namorados!

 


Meu amor, neste Dia dos Namorados quero aproveitar para te dizer que meu amor por você é mais forte que tudo e que não importa o que aconteça, sempre estarei ao seu lado.

Te amo, Feliz Dia dos Namorados!

Autor desconhecido

Que este dia nos traga toda a paz e amor do mundo! Feliz Dia dos Namorados !

 


Que não falte bons sentimentos. Que nos falte egoísmo. Que nos sobre paciência. Que não nos falte esperança. Que cada caminho escolhido nos reserve boas surpresas.

 Feliz Dia dos Namorados! 

Caio Fernando Abreu

quarta-feira, 8 de junho de 2022

"O que Deus tem reservado para sua vida...Vai além do que já sonhou...

 


"O que Deus tem reservado para sua vida é lindo, é grande e perfeito.  é maior do que tem pedido a Deus. Não perca a esperança e não deixe de crer na sua vitória, sua hora está chegando. Seja forte, você é capaz de vencer e merecedor de toda a sorte de bênçãos da parte de Deus em sua vida."


Yla Fernandes

Que seria?



 "Agora parece que estou me despedindo de alguém

 De alguma coisa que vai morrendo dentro de mim mesmo.

 Que seria? Seriam aquelas cortinas velhas de nossas 

janelas?

 Aqueles muros tão conhecidos nossos?"

Manoel de barros

Festa boa demais da conta!

 


Personagens: Noivo, noiva, pai da noiva, xerife, padre; vários casais.


1. Os pares, de braços dados, entram em fila, dão uma volta no salão, e param próximo a mesa/altar.

Ordem da entrada: noivos, padre e viúva, pais do noivo, pais da noiva, xerife e mulher, convidados.

2. Realiza-se o casamento. (o texto abaixo é uma sugestão cômica e com fala "caipira").

Xerife (X): Hoje vim acá no Arraiá pra módi casá esse par di moçus que pretendi formá uma famía nova nu arraiá dus sapus, sabiá e tico-tico donde vancês tudo móra.

Padre (P): U novio qui é fio du fazendêro Mané Pistola mais sua muié comadre Agostinha si chama Inhozinho Manduca Pinduca, i a novia qui é fia du comendadô Chico Chicote mais sua muié comadre Nicota, si chama Chica Brotoeja.

X: Prá ocês num fazê fofoca falando só verdade peçu a toda moçada aqui reunida si subé qui já são casadus notras parages avisá prá eu num arrealizá este casório.

P: Vamus moçada, ocês acha qui podi ele cum ela ajuntá seus trapus hoje? Intão vamus prá frente mi arrespondendo...

(O noivo ameaça fugir, mas o pai da noiva, aponta uma espingarda e o traz de volta)

P: Ocê, Manduca Pinduca, arrecebe Chica Brotoeja?

Noivo: Eu Manduca Pinduca arrecebo á vosmecê Chica Brotoeja como minha muié legítima i verdadêra.

P: I vancê, Chica Brotoeja?

Noiva: Eu, Chica Brotoeja, arrecebo a vois Sinhozinho Manduca Pinduca como meu legítimo i verdadêro maridu.

P: Depois dessas adeclaração tudo pessoar eu vô a declará vancês casadus: maridu i muié. Prá ocês vivê cum muito amô, um só pru ôtru nu seu rancho sem oiá pra mais ninguém. CApinandu a roça de mío, cuidando das prantação i povoandu o arraiá cum argumas dúzia de fios pru mundu num acabá.

X: Vamus dançá a quadria ocês tudo, pessoar!


3. Formar novamente a fila. O "cantador" da quadrilha deve anunciar os passos (em negrito):

Passeio dos Namorados.

Cada um com seu par, de braços dados em fila.

Olha os cumprimentos Se dividem em dois grupos, sem desfazer os casais, um grupo de frente para o outro.

Cumprimento das damas.

As damas vão até o meio, dançando e segurando a saia. Quando se encontram no meio, fazem uma reverência graciosa. Enquanto isso os homens batem palmas.

Anarriê

As damas voltam de costas ao seu lugar.

Cumprimento de cavalheiros

Os cavalheiros vão até o centro, batendo os pés e com as mãos para trás. Quando se encontram tiram o chapéu e se curvam.

Anarrieê

Recolocam o chapéu e voltam de costas ao seu lugar.

A Galope

De cada uma dos grupos, saem 2 pares "cavalgando", se cruzam no meio e trocam de lugar.

Passeio dos Namorados

Caminho da roça

Os pares se desfazem, passando cada dama para frente do seu par, e continuam andando em fila. (atenção para que fique intercalado - dama, cavalheiro, dama, cavalheiro)

Olha o trem!

Cada um pega na cintura da pessoa a sua frente.

Enguiçou!

Param...

Marcha-à-ré!

Andam de costas em trem

Consertou!

Seguir em frente.

Olha a chuva!

Cada um coloca as mãos entrelaçadas sobre a própria cabeça.

Já passou!

Os cavalheiros colocam os braços para trás, as damas seguram a saia.

Olha a cobra!

Todos gritam "Ui!" e se viram - a fila agora anda em sentido contrário ao que vinha.

Já foi embora!

Todos gritam "Oba" e se viram - a fila volta a andar no sentido inicial.

Grande roda

Se dão as mãos e formam uma roda (atenção para que fique intercalado - dama, cavalheiro, dama, cavalheiro)

Damas ao centro

Manter 2 rodas, a de cavalheiros por fora e a de damas por dentro.

Cestinha de Rosas

Cada dama deve parar à direita de seu par. Os cavalheiros levantam os braços e as damas passam por baixo. Girar.

Grande Roda

Desfazem a cesta e se dão as mãos.

Cavalheiros ao centro

Cestinha de cravos

Cada cavalheiro deve parar à direita de seu par. As damas levantam os braços e os cavalheiros passam por baixo. Girar.

Grande roda.

Olha o caracol!

A noiva puxa a fila, sem desfazer a roda, e começa a formar uma serpentina dentro da roda, até chegar ao centro.

Desmanchar

A noiva volta e começa a desfazer, até conseguir formar a grande roda de novo.

Passeio dos Namorados

Formar os pares novamente, e andar em fila (sempre damas atras de damas e cavalheiros atrás de cavalheiros).

Olha o Túnel!

Os noivos param e se dão as mãos no alto, por cima da cabeça, formando uma "casinha", o próximo par, passa por debaixo do tunel e forma também a "casinha" e assim sucessivamente, até todos passarem. Os noivos então desfazem a sua "casinha" passam por debaixo de todo o tunel e se dão os braços, formando o "Passeio dos namorados"; cada par então também desmonta a "casinha" passa pelo tunel e o vão desfazendo.

Hora do Baile

Os casais param e formam uma roda bem aberta.

Valsa dos noivos

Os noivos vão para o meio da roda e dançam.

Viva o padre!

O padre e seu par se juntam aos noivos.

Viva o xerife!

O xerife e seu par se juntam aos noivos.

A dança agora é geral!

Todos valsam.

Lá vem o arara!

Um cavalheiro sem par entra na roda com um cabo de vassoura e o entrega para qualquer cavalheiro da roda e dança com a dama dele. O cabo de vassoura vai sendo passado entre os cavalheiros até a valsa acabar.

Cada um com seu par!

Passeio dos namorados

Despedida

Vão saindo acenando, as damas com a mão (ou com um lenço), os cavalheiros com o chapéu.

(copiado da internet)

Chegou a Festa Junina... Agora é só alegria!

 


Personagens

Rosinha (noiva)

Zequinha (noivo)

D. Lucrecia (mãe de Zequinha)

Seu Chico (pai de Zequinha)

D. Filó (mãe de Rosinha)

Seu João (pai de Rosinha)

D. Carlota (beata)

Padre Bento


D. Lucrecia: eita noís cumadre, parece que foi onti que nosso mininu tava ai correndo por esse pasto.

D. Filó: é memo muié, quem diria que eles iam se gosta.

D. Carlota (entrando): eita noís, parece que ocês vão num interro!

D. Lucrecia: i cumadre, não é interro não, é que é muito dificir ver seu fiote saindo de casa.

D. Carlota: eu sei muié, mais daqui uns dia eles vão da um monte de cria e vão enche a casa de ocês de novo.

D. Filó: é o que eu quero, por que essa danada laço meu fio de jeito.

D. Lucrecia: que história é essa cumadre? Ou ocê num ta lembrada que quem tiro a pureza da minha minina foi o seu fio.

D. Carlota: mai cumadres o que dianta briga pur issu agora? O importante é que os dois vão é casa!

(entra Seu Chico)

Seu Chico: tarde!

(as três juntas): tarde!

Seu Chico: ó Lucrecia, ocê viu minha pexera? Preciso mata o porco pra mode nóis faze a festa do casório dus mininu.

D. Lucrecia: ora home, ta na gaveta da cozinha, onde sempre fica. Mais por que mata o porco agora se o casório é só daqui a 3 dia?

Seu Chico: é que eu quero mostra pra quele amostrado do João que eu sei mata um porco mió qui ele.

D. Lucrecia: arra home, pra que isso?

Seu Chico: ora muié para di pergunta. Eu quero minha faca e pronto ora!

(Seu Chico sai de cena)

D. Filó: arra, eu num gosto quando Seu Chico e João fica nessa disputa. Até parece que vão ganhar uma prenda.

D. Carlota (pensativa): isso me faz pensar no meu Agenor, arra que saudade do meu véio. Quiria qui ele tivesse aqui pra ver o casório da afilhada que ele tanto queria bem.

D. Lucrecia: arra muié, e onde se infio o Agenorzinho?

D. Carlota: iii, muié, é um causo sem fim. Dispois de Rosinha ter disfeito casamento, Agenorzinho disse qui ia pra cidade grande. Disse que ia pra São Paulo procurá futuro qui na roça ele num ficava mais não.

D. Filó: eu sempre qui achei Agenorzinho um bom partido pra minha cria.

D. Lucrecia: arra muié, ta si disfazendo du meu mininu?

D. Filó: longe de mim cumadre, é que Agenorzinho é um ótemo rapaiz, ce ocê tivesse cria muié, ocê ia sabe o que eu to dizendo.

D. Carlota: pois intão foi pra cidade, e tudo o que faço é rezar pra ele todo dia. Tão dizendo no rádio que a cidade ta é muito bagunçada!

D. Lucrecia: ei cumadres, vamo dexa a prosa e faze os doce da festa, tem que fica pronto cedo pra prova da noiva.

(As 3 saem de cena)

(entra Rosinha e Zequinha)

Zequinha (tentando olhar por debaixo do vestido de Rosinha): arra venha’qui minha prenda.

Rosinha: arra home si sigura, farta menos de 3 dia pra Lua – de – Mer.

Zequinha: mais o que é de mais importante a gente já fez, por que isso agora?

Rosinha: e é por tua curpa, curpa desse teu fogo qui eu num vo mi casa de branco!

Zequinha: arra, quando um num qué dois num briga home!

Rosinha: arra qui eu num sei, mais eu so moça direita. E se ocê quisé, vai te qui esperá.

Zequinha: fazer o que? Mais dispois dum casamento muié, ocê num me escapa!

Rosinha: arra home, i num é isso qui eu quero?

(Seu João entra em cena)

Seu João: arra, vamo para de sem vergonhice na minha casa? Farta só 3 dia pro casório e ocês já tão anssim?

Rosinha (arrumando o batom borrado): Discurpa pai.

Zequinha (arrumando o chapéu): Discurpa Seu João.

(Zequinha sai de cena)

Seu João: arra Rosinha vai já pro teu quarto arruma teu enchovar!

Rosinha: arra pai, nem precisa pedir 2 vezes.

(Rosinha sai de cena)

Seu João: arra, onde Filó pois a minha pexera?

(acha a faca em baixo da poltrona).

Seu João: ah ta qui meu tircero amor, agora eu vo mostra pra ‘quele véio quem mata mió um porco!

(Seu João sai de cena)

(Três dias depois: O casamento)

(entra Rosinha e D. Filó)

Rosinha: arra mãe, onde si meteu o carmim pra mode eu passa nu meu rosto?

D. Filó: arra minha fia, eu num sei, onde ocê meteu esse carmim?

Rosinha: arra mãe, sem esse bendito carmim Zequinha num casa mais cum eu!

D. Filó: arra fia, para de bestera, si esse moço num casa teu pai arranca o coro dele fora!

Rosinha: arra mãe, nem pense um negócio desse, se Zequinha morre, eu morro junto ora!

D. Filó: arra Rosinha, achei teu carmim, vamo termina de te arruma fia!

(as duas saem correndo)

(entra o Padre e D. Carlota)

D. Carlota: eita Padre Bento como anssim o senhor isqueceu a água benta?

Padre Bento: arra muié, isquici por que isquici!

D. Carlota: vou manda seu Horastor do Pomar i busca!

Padre Bento: faça isso minha fia!

(os dois saem de cena).

(Zequinha, Seu Chico, D. Lucrecia, D. Filó, D. Carlota ao lado de Padre Bento no altar).

D. Filó (chorando): arra, minha cria casando!

(toca a marcha nupcial)

(Seu João leva Rosinha até o Altar)

Padre Bento: Eu vos declaro marido e mulher.

(Padre Bento joga a água benta nos noivos)

(Os noivos se “beijam”)

Rosinha joga o buquê.

Ludmila Siviero