Traço de luz… lá vai! Lá vai! Morreu. Do
nosso amor me lembra a suavidade… Da estrela não ficou nada no céu Do
nosso sonho em ti nem a saudade!
Pra onde iria a ’strela? Flor fugida
Ao ramalhete atado no infinito… Que ilusão seguiria entontecida A
linda estrela de fulgir bendito?… Aonde iria, aonde iria a flor?
(Talvez, quem sabe?… ai quem soubesse, amor!)
Se tu o vires minha
bendita estrela Alguma noite… Deves conhecê-lo! Falo-te tanto nele!…
Pois ao vê-lo Dize-lhe assim: “Por que não pensas nela?”
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